Nesta altura de regresso à vida política activa, o PSD, decidiu abrir o livro.
O Candidato Meneses diz que as eleições são uma vergonha, e que até os mortos têm tido uma semana agitada, entra as larvas e as filiações partidárias. Só esta semana duzentos índios da Amazónia inscreveram-se para militantes. O candidato Meneses já prometeu uma visita ao Pantanal, caso seja eleito, para confraternizar com os novos militantes.
O Mini-Presidente Mendes, diz que é tudo uma cabala. Índios foram apenas 22. E monges tibetanos apenas 17. Granda Noia!!!!
O Ex-presidente , ex-edil de Lisboa, ex-empresário, ex-playboy, ex presidente do Sporting, ex-primeiro ministro e ex da Cinha, não ficou satisfeito com a chegada do ex-treinador do Ingleses, e arrancou, à papo seco, sem dar Cavaco a ninguém…
Tá ao rubro…
Ontem o Vitória de Setúbal ganha merecidamente frente ao Braga de Jorge Costa.
Hoje nas notícias José Mourinho, à chegada de Londres no aeroporto de Lisboa, diz que se assistir a algum jogo de futebol num estádio será no do Bonfim, do Vitória de Setúbal.
Querem ver que é esta época que o Vitória consegue o título e paga os ordenados até ao fim?
Força maltinha que The Special One tá convosco!!
Estes novos formatos de programas são um must e rendem que se fartam.
Ora reparem bem.
Primeiro são os castings. Dias e dias a ver as pessoas a enfrentar o júri. Quanto mais ridículo melhor, porque a malta ri e isso dá audiências.
Depois o programa propriamente dito. A grande festa do inicio, que dá glamour, e isso dá audiências.
O programa é sempre mau, mas inexplicavelmente também dá audiências, que termina com nova gala para rentabilizar audiências.
Depois vem a vida particular dos vencedores, que é bom porque tem audiência, o casamento dos participantes, o nascimento do primeiro filho, tudo em directo.
E depois os Portugueses cada vez estão mais incultos, mas em compensação consomem muita televisão.
Este ano, por causa das audiências, o Programa Família Superstar, pode muito bem vir a ser nomeado para Melhor Programa de Comédia ( Casting ), Melhor programa de entretenimento ( o próprio programa ), Melhor Documentário ( para a vida de um participante) , e por aí a fora
Apesar da fraca apentencia dos portugueses para a posição de ponta de lança, alguns jogadores têm de emigrar para ter o reconhecimento que lhes é devido.
É o caso do jovem da foto, que esta a fazer furor no Zwolle, clube da segunda divisão da Holanda.
Tozé Marreco ( José António Marreco Gouveia ) é natural de Miranda do Corvo, promete vir a dar que falar.
É caso para dizer AH GRANDA MARRECO
Ora cá estou eu, fresquinho da silva, depois de umas revigorantes férias!
Tenho muito para dizer e contar. Tanto que penso ser demais para um primeiro post-pós-férias. Sabem como é… o calendário laboral começa mas alguém se esquece de avisar os neurónios, que no meu caso, mais de metade ainda continua em “vacances”. Assim, e não querendo fazer já o roteiro turístico dos meus dias de lazer, e muito menos analisar o estado da nação e do mundo, apenas tenho uma pergunta a fazer:
- Será que estamos a entrar numa dinastia da mama boa?
Venho de férias e só vejo mamas boas e incompetentes em todo lado. Tá bem que é sempre agradável ver um belo de um seio rechunchudo, cheinho e formoso, mas um pouco de conteúdo e competência não fará mal a ninguém, pois não?
Para quem não percebe onde quero chegar basta mudar para a MTV e ver a nova carinha laroca deste canal. Assim como assistir a um dos anúncios com as três jeitosas da TVCabo. Já para não falar do expoente máximo da “Mama como curriculum” que é a já residente loirinha do Curto-Circuito na Sic Radical. Tudo raparigas bonitas, de boas familias, certamente, mas com uma falta de jeito incrível. Já que ninguém consegue resisitir a esse impulso animalesco que exalta o culto pagão da mulher e dos seus atributos, sugiro que alguém as ensine a ler, a colocar a voz, a repesentar, a apresentar programas, enfim, a fazerem tudo aquilo que teriam de fazer se não fossem tão boas*.
Tal como diz a outra, cheguei e arrasei, não?
(Com o objectivo de manter o respeito procurei uma expressão que suavisasse a minha avaliação de outros seres humanos do sexo feminino, mas “tão boas” é o que, aos meus olhos, as descreve melhor.)
Anja Schneider, Sebo K@ Lux, Lisboa, Quinta-Feira dia 27 de Setembro 2007
“Anja Schneider representa um caso sério no underground berlinense. Respeitada dj, talentosa produtora e conhecida apresentadora radiofónica, Anja é ainda responsável pela prestigiada Mobilee, editora que desde há 2 anos a esta parte nos tem surpreendido pela consistência do seu trabalho.Recuando no tempo…estávamos em 2000 quando Anja Schneider dá inicio à apresentação regular daquele que viria a ser um programa de referência para os ouvinte de música de dança: Dance Under the Blue Moon, apresentado semanalmente e em directo na Fritz Rádio. Luciano, Tiefschwarz, M.A.N.D.Y., Steve Bug entre muitos outros, passaram pela cabine da Fritz, dando a conhecer propostas inovadoras e servindo para milhares de ouvintes como o início perfeito de um longo sábado à noite. Em 2003 um seu projecto, que envolveu 50 djs e se prolongou por 50 horas, foi vencedor do prémio de “melhor programa nacional de rádio” atribuído pelo “German Dance Awards”. Nesse mesmo ano, sentindo que a cabine de rádio se tornava demasiado pequena, ocupou a de dj, com uma residência (Popmobil) no Watergate, onde, pelas suas mãos, passaram nomes como o de Jennifer Cardini, Joakim, Tobi Neumann…
Com um programa de rádio e uma residência num dos mais importantes clubes de Berlim, eram depositadas à sua confiança uma série de temas não editados, entregues por jovens produtores que apreciavam o seu trabalho.
Estava construído o cenário para a criação, em 2005, da Mobilee. Sebo K, Pan-Pot, Exercise One e sobretudo o trabalho conjunto entre Anja Schneider & Sebo K em “Rancho Relaxo”, chamavam a atenção de dj’s e ouvintes, passando a ser uma editora seguida atentamente por uma série de publicações internacionais como a The Wire, Mixmag, Groove Magazine, De-Bug ou ResidentAdvisor.net.
A partir daqui a sua história confunde-se com a da Mobilee, que em dois anos editou ainda trabalhos de GummiHz, Sleeper Thief, Jennifer Cardini & Shonky ou Marc Antona, tornando-se uma das mais vanguardistas editoras da capital alemã. O seu trabalho como produtora também viria a dar frutos. Após a edição de 2 ep’s pela PIAS, em que contava com remixes de Dirty Crew, The Youngsters, Sascha Funke e Hemmann & Kaden, Anja viria os temas “Side Leaps/Rancho Relax” serem remisturados no feminino por Magda, M.I.A. e Jennifer Cardini & Shonky, num autentico best-seller da Mobilee. Em 2006 é com o mix-cd “Back to Back” que Anja dá a conhecer as propostas da sua editora é generalidade do público, tornando a Mobilee, com 30 edições até à data, uma editora de referencia conhecida por servir de plataforma a uma nova geração de talentosos produtores. Anja Schneider apresenta-se no Lux como dj, trazendo consigo o background musical de 10 anos a servir as mais exigentes audiências.
Há muito que Sebo K é uma figura de destaque na cena da música de dança berlinense, tendo subido a outros patamares dado o sucesso de temas como “Rancho Relaxo”, co-produzido por Anja Schneider, ou “Moved” featProsumer.Mas tudo começou no início dos anos 90, quando Alec Empire o convidou a ser dj residente das festas “Bass Terror”, as primeiras dedicadas ao breakbeat na cidade de Berlim. Com o passar do tempo descobre o fascínio pelo house de Chicago e techno de Detroit, aceitando uma residência no Pogo. Hoje é dj residente no Watergate e partilha uma data regular com Ewan Pearson no Weekend.Como produtor iniciou a sua carreira na viragem do milénio, apresentando faixas para o Sonar Kollektiv, PIAS e compilações da Freezone e F.U.N..
Mas é na Mobilee, que editou 7 dos seus ep’s, onde Sebo K se viria a sentir em casa e a ganhar notoriedade. O já referido “Side Leaps/Rancho Relaxo” e a série “Mobilee Back to Back Remix Séries” partilhada com GummiHz, Anja Schneider e Pan-Pot, catapultaram o nome de Sebo K para fora da sua Berlim natal, integrando compilações de Dj Hell, Richie Hawtin ou Tobi Neumann. Sebo K teve ainda o mérito de reforçar a importância do house para uma nova geração de amantes do minimal, o que decerto contribuiu para que este ano visse o ep “Transit” produzido em conjunto por Metro e com uma remix de King Britt ser aposta da Get Physical.Nas suas prestações com djSebo K concilia o universo do minimal com o do technodeep house de uma forma única como o demonstra no excelente mix-cd “Back Up Vol.1”.”
Os treinadores do coração dos portugueses, José Mourinho e Luis Filipe Scolari, estão na ordem do dia.
Mourinho foi finalmente corrido do Chelsea. Já andavam a tentar à muito tempo, mas os adeptos e principalmente os jogadores não estava para aí virados.
Mas uma coisa tem de ser dita, não é qualquer um que recebe 40 milhões de euros, só para ser despedido.
Já por cá, o soco do Scolari valeu-lhe quatro jogos de suspensão, tantos quantos nos faltam para o apuramento da fase final do Euro 2008. Gilberto Madail, presidente da FPF, adiou a decisão para segunda feira, quanto ao futuro do técnico.
Ou muito me engano ou Mourinho tem de prazo até domingo para decidir se quer ser o novo seleccionador.
Fala-se mais que nunca em Rugby.
A participação dos Lobos ( assim são chamados os jogadores da selecção nacional da modalidade) pela primeira vez numa fase final de um Campeonato Mundial está a mexer com a Nação.
Os nossos bravos lobos, apesar de serem os únicos não profissionais estão lá. Gritam o Hino, enquanto choram demonstrando o seu amor à pátria.
Fora isto levam cabazes da malta todo. Não somos considerados os Bobos da festa, chamam-nos antes simpáticos.
Não estou a criticar os nossos rapazes, antes pelo contrário, porque eles fazem mais do que lhes pode ser exigido. Critico sim, quem quer fazer da nossa participação algo de extraordinário, que de facto não o é.
A razão de a maioria dos jogadores da nossa selecção não ser profissional deve-se a facto da modalidade ser tradicionalmente aliada a uma vertente académica.
O que que também não falta, são exemplos de outros portugueses, que atingiram por mérito próprio patamares superiores, na suas áreas, e que ninguém lhes reconheceu o que quer que seja.
Mais vale cair em graça do que ser engraçado. Vale a máxima.