FERIAS
AQUI A MALTA TAMBÉM FOI DE FÉRIAS, MAS VOLTA…
AQUI A MALTA TAMBÉM FOI DE FÉRIAS, MAS VOLTA…

É bom que comecem já a juntar uns trocos para irem ao Festival Música do Mundo em Sines. A festa lá para aqueles lados já começou a semana passada, mas ainda vamos a tempo de ouvir boa música, muito boa!
Longe dos tipicos concertos de verão, no interior do Castelo de Sines e um pouco por toda a cidade, este festival destaca-se pelas sonoridades bastante afastadas dos circuitos comerciais.
Por isso já sabem… não marquem nada para o próximo fim de semana e se possível convidem-me que eu aproveito a boleia!

O Ai faz a análise económica da introdução de radares de controle de velocidade em Lisboa, extrapola para o país chega a conclusões surpreendentes.
Durante a primeira semana de funcionamento os radares detectaram perto de 18.000 condutores a infringir as regras de velocidade. Dos autos daí resultantes o Estado vai arrecadar qualquer coisa como um milhão de euros, divididos com a autarquia (35%).
Ora em vez de se estar a investir em politicas de desenvolvimento agrícolas, industriais ou mesmo comerciais, se canalizassem os recursos do Estado para negócios mais rentáveis, como é o caso dos radares, poderíamos almejar uma estrada a curto prazo no chamado pelotão da frente da economia Europeia,
Com uma politica concertada e alargada às cidades, vilas, aldeias e lugares de Portugal, de instalação de radares, dar-se-ia um grande estimulo não só à economia do estado, como à dos particulares, sem esquecer que seria uma medida redistribuidora da riqueza, dado que os pobres, como não têm carro, não pagavam, e ainda beneficiariam das receitas.
Portanto, com apenas uns milhares de radares, acabava-se com o deficit orçamental e com o problema do financiamento das autarquias locais com grande facilidade.
Paralelamente estimular-se-ia à criação de empresas ( na hora) para a produção dos radares, para os seus softwares, para a sua instalação, para a sua manutenção, entre outras, que levariam à criação de postos de trabalho, que resultariam no aumento de poder de compra dos pobres, que assim poderiam comprar um carro e também eles serem autuados. Criar-se-ia uma nova dinâmica na economia portuguesa.
Finalmente poderíamos exportar o produto para todos os cantinhos do mundo e assim equilibrar a nossa Balança de transacções comerciais.
Só ainda não conseguimos descobrir as vantagens dos radares nas politicas de educação e saúde, mas podes estar certos que elas existem. Palavra de Honra.

Porque razão os actores, na sua maioria, à medida que envelhecem se tornam melhores?
Será que com o tempo vão aperfeiçoando as suas técnicas de dramatização ou será que tudo o que aconteceu durante as suas vidas, às vezes em doses repetidas, faz com que saibam exactamente como reagir?
Não é por nada em particular, mas a vida é tão repetitiva que às vezes já não sei se estou a viver ou se estou a representar muito bem…
No ano de 2006 foram feitas 24.000 chamdas falsas para o número do INEM.
Resultado, uns a precisarem de ajuda e outros a ocuparem as equipas com palhaçadas.
A verdade é que no nosso pais o tiques de terceiro mundismo são enormes e a falta de educação é gritante…

José Saramago, escritor PORTUGUÊS, prémio Nobel da Literatura, defende que o nosso pais deveria ser integrado como uma nova província de Espanha, surgindo dessa fusão um novo país, a Ibéria.
Na minha opinião isto é marketing para o seu novo livro, O Ensaio Sobre a Senilidade.
Francamente camarada Zé, o sol de Lanzarote anda-te a queimar o cérebro…
Lisboa: mais de 1700 infracções nas primeiras horas de funcionamento dos novos radares in Publico
Na cabecinha destes lisboetas deve haver uma pequena voz celestial que os encita a tentar passar pelos radares sem ser detectado:
“Força! Tu consegues! Andar dentro dos limites de velocidade é para os outros… tu és um Lisboeta! Vais conseguir… avança, acelera!!!”